Confiança em Jesus, Entusiasmo na ação e União fraternal

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Espaço mulher

O dom da feminilidade
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Estamos em uma época que traz enormes desafios e oportunidades para nós mulheres. Constantemente, comenta-se que a mulher nunca teve tanta liberdade quanto tem agora, mas, na realidade, a mulher já exerceu sua influência na vida da família (no lar) e na sociedade por diversos períodos da história humana. Vivendo em diferentes contextos, a mulher tem visto sua liberdade ampliada ou restringida, segundo as necessidades da sociedade naquele momento. Entretanto, é neste século que decididamente a mulher está tendo liberdade quase total para exercer sua influência fora de casa, e são diversos os fatores que têm contribuído para isso. O número bem menor de filhos reduziu o tempo em que sua presença é necessária no lar; a “Era da Comunicação” abriu campo para diversos trabalhos exercidos fora do âmbito familiar; e a escassez de empregos tem levado muitas mulheres a abrirem seus empreendimentos ou oferecerem serviços como trabalhadoras autônomas. Além disso, as dificuldades econômicas, que afetam grande parte das nossas famílias, também servem como estímulo e desafio para as mulheres ajudarem nas despesas domésticas por meio de um trabalho remunerado. Acredito que realmente, no século XXI, estamos em uma era na qual a influência da mulher será forte e marcante, mas isso não está sendo determinado pelos motivos relacionados acima, tampouco pelo conjunto deles.
Quando DEUS criou a raça humana com a distinção entre homem e mulher, e os abençoou, dando-lhes a tarefa de cuidar da sua criação, determinou também um ministério que somente a mulher pode desempenhar: o dom da feminilidade! Como SENHOR da história, ELE nos concede, hoje, o espaço e a abertura nos quais podemos exercer plenamente esse dom, levando o toque feminino a todas as áreas da vida. Portanto, é o propósito DELE para nós; e a maneira como ELE nos criou é a base para nos realizarmos plenamente como mulheres.
Onde você se encontra neste momento da sua vida, minha amiga? Está vivendo momentos de tristeza, de desânimo? Sente-se desvalorizada e desprezada como mulher? Sente-se como alguém de outro planeta, totalmente distante de sua realidade? Posso assegurar-lhe que entendo perfeitamente a sua situação. Por isso, tenho falado através desta coluna a respeito da nossa identidade como mulheres, das nossas qualidades, e de quanto elas podem transformar-se em defeitos. Não podemos depender das situações externas, das opiniões de outras pessoas para saber que temos um valor imenso aos olhos de DEUS. Devemos ministrar o dom da feminilidade, doando aquilo que somos, a nossa maneira feminina de ser àqueles que estão ao nosso redor, sejam eles membros imediatos da nossa família, irmãos da igreja ou pessoas a quem servimos e convivemos por meio do trabalho fora de casa. Se a nossa identidade estiver firmemente ancorada em DEUS, podemos florescer onde ELE nos tiver plantado, independentemente das circunstâncias. No decorrer da História, ELE tem usado escravos e livres, judeus e gentios, homens e mulheres, a fim de suprir o SEU plano eterno para a humanidade. Em SUAS mãos, coisa alguma em nossa vida é inútil ou sem valor. Pelo contrário, cada detalhe é indispensável para o SEU eterno e soberano propósito. אַ

[Wanda de Assumpção é escritora e membro da IPB de Vila Mariana]

Informações úteis, não fúteis

Sobre a comemoração do dia do trabalho
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O feriado do Dia do Trabalho originou-se em 1º de maio de 1886, quando foi realizada uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago, EUA. O protesto objetivava a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de centenas de milhares de pessoas. Dois dias depois, houve um pequeno levante que acabou com uma ação da polícia, resultando na morte de alguns. Anos mais tarde, na mesma data de maio, aconteceram mobilizações na França em prol de melhorias nas condições de trabalho. Posteriormente, já no início do século XX, inúmeros países proclamaram o primeiro dia de maio como feriado nacional, com comemorações em diversas partes do mundo.
ENQUETE: Em sua opinião, o cristão deve participar de protestos, greves, passeatas e manifestações públicas junto com sindicatos, entidades de classe e/ou grupos de cunho político como o MST?
Escreva para: redacao.uph@hotmail.com • uph@ipsm.org.br, ou através de nosso BLOG. Dê sua opinião. Participe! Os protestos trabalhistas começaram a ter notabilidade no Brasil em 1906, através das lideranças do movimento operário, que realizavam comícios e organizavam greves, protestando contra os patrões. As principais solicitações eram jornadas de 8h de trabalho (na época, a carga horária mínima era de 10 à 12h diárias) e a abolição do trabalho infantil (crianças de 6 anos eram operárias). A jornada foi fixada em 8h, mas novas reivindicações dos trabalhadores foram atendidas no período do Estado Novo, quando Getúlio Vargas anunciou o Decreto-Lei que instituiu o salário mínimo no País, no dia 1º de maio de 1940. Posteriormente, em 1943, houve a edição da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) que garantia a estabilidade do emprego depois de dez anos de serviço, descanso semanal, regulamentação do trabalho de menores, da mulher e do trabalho noturno. אַ

Saúde: Alcoolismo

DOENÇA DO CORPO E DA ALMA

Em novembro de 2006, foram divulgados os resultados do segundo levantamento sobre o uso de drogas psicotrópicas no Brasil, realizado pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas – Cebrid.
O levantamento revela um aumento dos dependentes de álcool no país, de 11,2% da população brasileira em 2001 para 12,3% da população em 2006. Foram focalizadas 107 cidades com mais de 200 mil habitantes e ouvidas 8,5 mil pessoas entre 12 e 65 anos. A pesquisa destaca que é particularmente preocupante o uso precoce do álcool uma vez que, quanto mais cedo se inicia o consumo, tanto maior é o risco de a pessoa tornar-se dependente.
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Uso Cada Vez Mais Precoce
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Cada vez mais recorrente na adolescência, o uso de álcool preocupa por suas conseqüências físicas, mentais, familiares e sociais. Ainda segundo o Cebrid, é importante notar que 48,3% dos adolescentes entre 12 e 17 anos já beberam alguma vez na vida (52,2% rapazes; 44,8% moças). Desses, 14,8% bebem regularmente e 6,7% são dependentes.
De acordo com a psicoterapêuta e professora do curso de Psicologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Berenice Carpediane, a adolescência é um período de mudanças e transformações no corpo e na mente e faz com que o jovem, dentro de um limite, conteste regras e busque uma série de experimentações: drogas, álcool, mentiras, etc. “As atitudes passam a preocupar quando excedem os limites esperados, como deixar de ir à escola, não conviver com a família, cometer pequenos furtos e, a partir disso, envolver-se em coisas mais graves. É nesse momento que os pais ou responsáveis pelo adolescente devem tomar providências”, recomenda Berenice. A psicoterapêuta adverte que o adolescente tem a bebida como a sua principal falta de limite e geralmente procura usá-la como um suporte para entender uma realidade interna desconhecida. “Não estou afirmando que todo adolescente alcoólatra tem um caso inconsciente, mas é muito comum que isso aconteça”, ressalva.
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Influência Familiar
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Na maioria dos casos, a influência da família é fator determinante, como explica o psicólogo Gilberto Ferreira, mestre pela PUC e doutor pela Universidade de São Paulo (USP): “A criança começa a observar o comportamento dos pais desde muito cedo e, com isso, percebe [erradamente] que situações de alegria e prazer estão relacionadas ao consumo de álcool. No decorrer de sua vida, repetirá esse comportamento, relacionando-o sempre a situações de descontração, desafio e coragem, nunca relacionando a um vício”. Além dessa influência, outros fatores poderão levar ao consumo abusivo de álcool, como revela a psicóloga Sônia Regina Solano Paes Breda, do Centro Terapêutico Viva, um centro de recuperação de dependentes químicos. “Curiosidade, ter aceitação em um grupo de amigos, diversão, senso equivocado de liberdade, desafio e autonomia dos dos pais são fatores determinantes. Logo esse hábito de beber para se alegrar e descontrair acaba virando motivo maior de sua felicidade e até se tornando um refúgio para seus problemas”. Acostumada a ver muitos casos parecidos no centro de recuperação, a psicóloga alerta para o fato de o efeito do álcool, apesar de causar euforia instantânea, ser seguido de depressão do sistema nervoso, o que deixa a pessoa ainda mais desconfortável e ansiosa
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Sinais Característicos que Indicam a Dependência Alcoólica
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▪ Beber todos os dias, independentemente da quantidade ingerida;
▪ Distanciar-se da família;
▪ Ficar irritado quando as pessoas falam da bebida;
▪ Começar a beber logo cedo;
▪ Não largar do copo e pensar que todos estão contra ele por causa da bebida;
▪ Achar que só ele está certo em relação à quantidade que deve beber.
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À Espera da Lei
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O Projeto de Lei nº 0630/2006, de autoria do vereador do PSDB/SP, Carlos Alberto Bezerra Júnior, proíbe a venda de bebidas alcoólicas em estabelecimentos comerciais e similares localizados a menos de 200 metros de instituições de ensino fundamental, médio, superior e profissionalizante. Enquanto o projeto não vira lei, o que vemos são muitos bares no entorno de escolas e universidades onde os jovens estabelecem pontos de encontro, deixando, muitas vezes, de freqüentar as aulas.
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O Álcool e o Comportamento Sexual Inadequado e de Risco
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Muitas pesquisas revelam um estreito relacionamento entre o uso de álcool e a prática de comportamento sexual de risco entre jovens e adultos. Entretanto, a compreensão aprofundada dessa questão não se mostra nada simplória. Alguns estudos mostram que o uso de álcool reduz a inibição social, expondo o usuário a comportamentos aos quais ele, estando sóbrio, evitaria. Há especialistas que buscam, inclusive, fornecer evidências dessa relação. Um exemplo é a relação entre a bebida e o aumento de casos de gonorréia e outras DSTs, cujas pesquisas mostram estarem intrinsecamente ligadas. As pesquisas mostram, também, a relação entre a bebida e os casos de acidentes de trânsito; a bebida e a violência familiar; a bebida e as doenças cardiovasculares; etc.
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A Mulher é mais Prejudicada pelo Álcool
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O abuso de álcool causa danos ao cérebro e a outros órgãos da mulher mais rapidamente do que nos homens, revelou um estudo que publicado em maio do jornal “Alcoholism: Clinical and Experimental Research” (Alcoolismo: Pesquisa Clínica e Experimental). As mulheres se tornam alcoólatras mais rapidamente (mesmo bebendo quantidades menores) que os homens, afirmaram os autores do estudo. Os cientistas submeteram 78 homens e 24 mulheres russos de 18 a 40 anos, vítimas de alcoolismo, a uma bateria de testes de suas funções mentais após uma abstinência de quatro semanas e compararam os resultados com os de um grupo de controle de 68 homens e mulheres saudáveis. As mulheres alcoólatras tiveram um desempenho pior nos testes de memória visual, raciocínio lógico e solução de problemas do que os homens alcoólatras.
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(Fonte: www.alcoolismo.com.br) אַ

Saúde em notícias

Metade dos fumantes paulistas iniciou o vício entre 6 e 14 anos de idade. É o que revela pesquisa do Centro de Referência em Álcool, Tabaco e Outras Drogas - CRATOD;
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¡ O Hospital e Maternidade Estadual Interlagos é a primeira maternidade pública a realizar exame para diagnóstico da bactéria Streptococcus agalactiae (conhecida como a “bactéria da morte”) em todas as pacientes que fazem o pré-natal;
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Iniciou-se em setembro uma programação especial contra dengue no Estado de São Paulo. Batizada de “Operação Pente Fino”, a medida tem como objetivo agir nos próximos três meses durante o período de chuvas e calor. Para evitar a dengue, é necessário não deixar água limpa parada em vasilhas, vasos de planta, garrafas, etc;
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A mortalidade infantil no Estado de São Paulo atingiu o menor nível da história, conforme revela o mais recente estudo realizado pela Fundação Seade (Fonte: Secretaria Estadual de Saúde do Estado de SP) אַ

São Paulo ganha hospital do homem

São Paulo terá o primeiro hospital do Brasil voltado exclusivamente à saúde do homem. O projeto, da Secretaria de Estado da Saúde, será finalizado até o fim do ano e começa a funcionar no início de 2008, em prédio novo que está sendo construído no Hospital Brigadeiro, na região central da cidade. O anúncio foi feito pelo Governador José Serra dia 07/08/2007.
Chamado de Centro de Referência da Saúde do Homem – CRSH, a nova unidade está dentro da reforma completa que o Hospital Brigadeiro passa ao custo de R$18,2 milhões ao governo do Estado. Com um andar inteiro, reunirá especialidades médicas como Andrologia, patologias da próstata e Urologia, além dos núcleos de alta resultabilidade (check-up) e de ensino e pesquisa. Este último terá palestras e cursos abertos ao público.
Na área de Andrologia, os pacientes contarão com três setores: sexualidade (que abordará questão com adolescentes, adultos e idosos, além de problemas de ereção); esterilidade (que terá programas de paternidade e vasectomia); e atendimento a trans-sexuais (terá programas de amparo psico-emocional, orientação legal e cirúrgica). O departamento de patologias da próstata será dividido em dois setores: diagnóstico e tratamento das DST, prostatites (infecções da próstata causadas por bactérias e vírus), prevenção do HIV e HPV e tumores (câncer e hiperplasia benigna da próstata). Já na área de Urologia, o Centro contará com profissionais de Nefro-urologia (hipertensão renovascular e transplante renal), Endócrina-urologia, Neuro-urologia (disfunções da vesícula, uretrais e incontinência urinária) e Urologias Geriátrica e Plástica.
De acordo com o Secretário de Estado da Saúde de São Paulo, Luiz Roberto Barradas Barata, “a saúde do homem é tão importante quanto a saúde da mulher. Mas até hoje vem sendo deixada de lado. Os homens são os ‘líderes’ no ranking de doenças como problemas de coração”, conclui. (Fonte: Secretaria Estadual de Saúde do Estado de SP) אַ

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Dízimo agora é pago em boleto


No início dos anos 90, as doações dos fiéis nos megacultos promovidos pela Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) eram suficientes para encher sacos e mais sacos de dinheiro. Passada mais de uma década, a igreja optou por um sistema mais "discreto" para angariar fundos: distribui boletos bancários para que seus seguidores depositem as doações direto na conta corrente da Iurd.
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- Você deve fazer o depósito mensalmente e entregar o boleto na igreja. E vamos todos orar por você. Onde quer que você esteja, em qualquer lugar do mundo, seu pedido será atendido - disse o bispo Edir Macedo, fundador da Universal, na "Vigília da Paz no Rio", na sexta-feira.O evento, organizado pela Iurd na Enseada de Botafogo, reuniu cerca de 700 mil pessoas, segundo a Polícia Militar. Havia dois tipos de boleto sendo distribuídos: o de uma página, para apenas uma doação; e um carnê com 12 folhas, para pagamentos mensais. Por se tratar de doações, os boletos não trazem impressos o valor do pagamento nem a data de vencimento.
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No verso dos milhares de carnês que foram distribuídos em Botafogo pelos obreiros da Igreja Universal, os fiéis são orientados a levar o comprovante do depósito em qualquer templo da Iurd em troca de orações a seu favor: "Após fazer o depósito bancário, retorne à Igreja e entregue o comprovante. Você entrará na lista dos auxiliares do bispo Edir Macedo, que diariamente vai orar por você. Lembre-se de que o objetivo deste propósito é ganhar almas para o Senhor Jesus, e o benefício será revertido em grandes bênçãos para a sua vida". De R$ 30 a R$ 100
- Com o boleto, você pode doar R$ 30, R$ 50, R$ 100. Você nem imagina o quanto vai ajudar os outros. E pode ter certeza que o Pai vai estar te olhando - disse o bispo Renato Maduro, na sexta-feira, durante o megaculto.O moderno sistema de arrecadação tornou obsoleta a tradicional sacolinha, na qual os fiéis colocam suas doações. Durante a "Vigília da Paz", alguns obreiros - acompanhados de seguranças - circulavam em meio à multidão com a sacola, mas poucos contribuíram em dinheiro vivo.
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sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Não percam a maior feira de produtos e serviços para cristãos da América Latina
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6ª EXPOCRISTÃ

11 A 16 DE SETEMBRO DE 2007

EXPO CENTER NORTE

Mais informações em:


domingo, 12 de agosto de 2007

Família

DISCIPLINA PATERNA – Pv 22.6
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“A paternidade abrange o processo de ‘fazer discípulos’ dos próprios filhos. Os pais ensinam obediência não apenas para manter os filhos sob sua autoridade, mas também para levá-los à salvação e ao discipulado espiritual (Hb 12.11). Embora a punição, às vezes, faça parte da disciplina, há muitos outros aspectos envolvidos na transição de um comportamento controlado pelos pais para o autocontrole e para as decisões independentes e, finalmente, para um estilo de vida controlado por DEUS, quando o filho aprende a tomar decisões sábias, que honram ao SENHOR (Hb 12.10-11). A disciplina piedosa proporciona manto protetor, sob o qual o filho aprende a obedecer a DEUS no período em que se encontra mais vulnerável. A obstinação é um ato de desobediência deliberado, pois o filho sabe quais são as expectativas dos pais e faz o contrário (Pv 29.1). Essa atitude deve ser diferenciada da falta de responsabilidade da própria criança, do esquecimento, de erros, de falta de atenção, de pouca tolerância à frustração e, também, de imaturidade. Educar e orientar os filhos exige firmeza para corrigir comportamentos inaceitáveis (Pv 22.15), mas não a ponto de ferir nem prejudicar a criança (Ef 6.4). Pais amorosos, que demonstram ternura, bondade e gentileza qualquer que seja o comportamento do filho, erram quando intervêm para protegê-lo das conseqüências de seus atos (PV 13.24). Existem normas para administrar a ‘vara’ da disciplina que, como símbolo do cuidado amoroso e preocupação dos pais, deve ser usada apenas em amor. A vara ressalta a responsabilidade do indivíduo por suas próprias atitudes, atos e reações (Ez 18.20; Rm 3.23; 14.12). A correção mostra ao filho o caminho errado e o traz para o caminho certo. A disciplina deve ser aplicada prontamente, no momento da ofensa (PV 13.24), para conter padrões errados de comportamento antes que se solidifiquem. A criança precisa entender com clareza que o comportamento estava errado (Cl 3.25) e que houve desrespeito à autoridade não apenas dos pais terrenos, mas também à autoridade de DEUS. A criança deve ser levada a entender seu ato como pecado e a conhecer a necessidade de buscar perdão e de mudar de direção. O filho precisa enxergar o pesar estampado nos pais (PV 17.25), que devem permanecer ao lado dele até que a comunhão entre eles seja restaurada (Sl 51.7-12). À luz dessas considerações, PV 22.6 não é apenas uma promessa para os bons pais de que a orientação espiritual sólida assegurará uma vida piedosa para seus filhos, mas é, também, uma admoestação de que a criança abandonada à própria obstinação vai acabar no caminho da destruição (Pv 3.5-6), no qual ela vai se afundando cada vez mais e do qual não consegue sair (Jz 21.25; Pv 3.5; 12.15; 14.12; 21.2; 29.15; Is 53.6)” אַ
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[A Bíblia da Mulher, p.815, Ed. Mundo Cristão]

Apologética


ABORTO: OS DOIS PONTOS CRUCIAIS
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O aborto de acordo com a legislação vigente e à luz da Palavra de DEUS
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Rev. Augustus Nicodemus Lopes
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O artigo 128 do Código Penal Brasileiro (que é de 1940) permite o aborto quando há risco de vida para a mãe e quando a gravidez resulta em estupro. Porém, apenas sete hospitais no país faziam aborto legal. Neste ano, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), da Câmara dos Deputados, aprovou a obrigatoriedade do SUS (Sistema Único de Saúde) realizar o aborto nos termos da lei. O projeto, porém, permite ao médico (não ao hospital) recusar-se a fazer o aborto, por razões de consciência—um reconhecimento de que o assunto é polêmico e que envolve mais do que procedimentos médicos e mecânicos. Por exemplo, o ministro da Saúde, Carlos Albuquerque, disse ser contrário à lei e comparou o aborto a um assassinato. Além disso, médicos podem ter uma resistência natural, pela própria formação deles (obrigação de lutar pela vida). “O juiz que autoriza o aborto co-autor do crime. Isso fere o direito à vida”, disse o desembargador José Geraldo Fonseca, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), em entrevista ao jornal Estado de São Paulo (22/09/2007). Segundo ele, o artigo 128 do Código Penal não autoriza o aborto nesses casos, mas apenas não prevê pena para quem o pratica. No momento, existem projetos de ampliar a lei, garantindo o aborto também no caso de malformação do feto, com pouca possibilidade de vida após o parto.
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O ENSINO BÍBLICO
O assunto é particularmente agudo para os cristãos comprometidos com a Palavra de DEUS. É verdade que não há um preceito legal na Bíblia proibindo diretamente o aborto, como “Não abortarás”. Mas a razão é clara. Era tão inconcebível que uma mulher israelita desejasse um aborto que não havia necessidade de proibi-lo explicitamente na lei de Moisés. Crianças eram consideradas como um presente ou herança de DEUS (Gn 33.5; Sl 113.9; 127.3). Era DEUS quem abria a madre e permitia a gravidez (Gn 29.33; 30.22; 1Sm 1.19-20). Não ter filhos era considerado uma maldição, já que o nome da família do marido não poderia ser perpetuado (Dt 25.6; Rt 4.5). O aborto era algo tão contrário à mentalidade israelita que bastava um mandamento genérico, “Não matarás” (Ex 20.13). Mas os tempos mudaram. A sociedade ocidental moderna vê filhos como empecilho à concretização do sonho de realização pessoal do casal, da mulher em especial, de ter uma boa posição financeira, de aproveitar a vida, de ter lazer e de trabalhar. A Igreja, entretanto, deve guiar-se pela Palavra de DEUS e não pela ética da sociedade na qual está inserida.

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A HUMANIDADE DO FETO
Há dois pontos cruciais em torno dos quais giram as questões éticas e morais relacionadas ao aborto provocado. O primeiro é quanto à humanidade do feto. Esse ponto tem a ver com a resposta à pergunta: quando é que no processo de concepção, gestação e nascimento, o embrião se torna um ser humano, uma pessoa, adquirindo assim o direito à vida? Muitos que são favoráveis ao aborto argumentam que o embrião (e depois o feto) só se torna um ser humano depois de determinado período de gestação, antes do qual abortar não seria assassinato. Por exemplo, o aborto é permitido na Inglaterra até 7 meses de gestação. Outros são mais radicais. Em 1973 a Suprema Corte dos Estados Unidos passou uma lei permitindo o aborto, argumentando que uma criança não nascida não é uma pessoa no sentido pleno do termo, e, portanto, não tem direito constitucional à vida, liberdade e propriedades. Entretanto, muitos biólogos, geneticistas e médicos concordam que a vida biológica inicia-se desde a concepção. As Escrituras confirmam este conceito ensinando que DEUS considera sagrada a vida de crianças não nascidas. Veja, por exemplo, Ex 4.11; 21.21-25; Jó 10.8-12; Sl 139.13-16; Jr 1.5; Mt 1.18; Lc 1.39-44. Apesar de algumas dessas passagens terem pontos de difícil interpretação, não é difícil ver que a Bíblia ensina que o corpo, a vida e as faculdades morais do homem se originam simultaneamente na concepção. Os Pais da Igreja, que vieram logo após os apóstolos, reconheceram esta verdade, como aparece claramente nos escritos de Tertuliano, Jerônimo, Agostinho, Clemente de Alexandria e outros. No Império Romano pagão, o aborto era praticado livremente, mas os cristãos posicionaram-se contra a prática. Em 314 d.C, o Concílio de Ancira (moderna Ankara) decretou que deveriam ser excluídos da Ceia do Senhor, durante 10 anos, todos os que procurassem provocar o aborto ou fizessem drogas para provocá-lo. Anteriormente, o Sínodo de Elvira (305-306) havia excluído até a morte os que praticassem tais coisas. Assim, a evidência biológica e bíblica é que crianças não nascidas são seres humanos, são pessoas; e que matá-las é assassinato.

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A SANTIDADE DA VIDA
O segundo ponto tem a ver com a santidade da vida. Ainda que as crianças fossem reconhecidas como seres humanos, como pessoas, antes de nascer, ainda assim suas vidas estariam ameaçadas pelo aborto. Vivemos em uma sociedade que perdeu o conceito da santidade da vida. O conceito Bíblico de que o homem é uma criatura especial, feita à imagem de DEUS, diferente de todas as demais firmas de vida, e que possui uma alma imortal, tem sido substituído pelo conceito humanista do evolucionismo, que vê o homem simplesmente como uma espécie a mais, o Homo Sapiens, sem nada que realmente o faça distinto das demais espécies. A vida humana perdeu seu valor. O direito para continuar existindo não é mais determinado pelo alto valor que se dava ao homem por ser feito à imagem de DEUS, mas por fatores financeiros, sociológicos e de conveniência pessoal, geralmente, utilitarista e egoísta. Em São Paulo, por exemplo, um médico declarou: “Faço aborto com o mesmo respeito que faço uma cesárea. É um procedimento tão ético como uma cauterização”. E perguntado se faria aborto em sua filha, respondeu: “Faria, se ela considerasse a gravidez inoportuna por algum motivo. Eu mesmo já fiz sete abortos de namoradas minhas que não podiam sustentar a gravidez”

(Folha de São Paulo, 29/08/97)
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CONCLUSÃO
Esses pontos devem ser encarados por todos os cristãos. Evidentemente, existem situações complexas e difíceis, como no caso de gravidez de risco e do estupro. Meu ponto é que as soluções sempre devem ser a favor da vida. C. Everett Koop, ex-cirurgião geral dos Estados Unidos, escreveu: “Nos meus 36 anos de cirurgia pediátrica, nunca vi um caso em que o aborto fosse a única saída para que a mãe sobrevivesse”. Sua prática nestes casos raros era provocar o nascimento prematuro da criança e dar todas as condições para sua sobrevivência. Ao mesmo tempo, é preciso que a Igreja se compadeça e auxilie os cristãos que se vêem diante deste terrível dilema. Condenação não irá substituir orientação, apoio e acompanhamento.
A dor, a revolta e o sofrimento de quem foi estuprada não se resolverá matando o ser humano concebido em seu ventre. Por outro lado, a Igreja não pode simplesmente abandonar à sua sorte as estupradas grávidas que resolvem ter a criança. É preciso apoio, acompanhamento e orientação. אַ

Cultura cristã

LIVROS
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O MAL QUE HABITA EM MIM
Kris Lundgaard – Ed. Cultura Cristã.
Uma conversa franca sobre o poder e a derrota do pecado. Segundo J. I. Packer, “Este livro será um marco para a vida de muitos crentes”. Imperdível!
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VERDADES QUE TRANSFORMAM
Dr. James Kennedy – Ed. FIEL.
Guia vital para descobrirmos os fatos centrais que a Bíblia ensina. O Dr. Kennedy mostra como os fatos podem constituir um conjunto vivo de verdades que poderão transformar sua vida. Indispensável! אַ

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DICA
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Para os crentes reformados calvinistas (como nós presbiterianos), indicamos—para fins de estudos teológicos e doutrinários—as publicações das seguintes editoras: Cultura Cristã (da nossa IPB), PES, FIEL, Mundo Cristão, Puritanos e Parakletos, por serem editoras cujas bases e princípios são reformados. E, antes de adquirir um livro teológico-doutrinário, consulte o Rev. César e/ou Rev. Muriel.
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BOA LEITURA

Informações úteis, não fúteis

SOBRE BALÕES....
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A primeira demonstração de vôo de balão de que se tem notícia foi feita em Lisboa, em 1709, pelo padre brasileiro Bartolomeu de Gusmão (1685—1724). Seu “Passarola” subiu 4m, mas pegou fogo. O padre foi acusado de bruxaria;
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Os irmãos franceses Joseph e Etienne Montgolfier foram os pioneiros no vôo tripulado, em 1783. Com receio de que o invento pudesse causar danos aos homens, mandaram para o ar um galo, um pato e um carneiro como “cobaias”.
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Os balões foram muito utilizados para a espionagem em guerras. Napoleão Bonaparte usava-os para observar as movimentações do inimigo e estudar o terreno da batalha;
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Embora sejam proibidos desde 1965, estima-se que mais de 100 mil balões são soltos anualmente no Brasil. Em 2000, no Rio de Janeiro, a polícia apreendeu o maior balão não-tripulado do mundo, com 65 m de altura, equivalente a um prédio de 22 andares;
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Balões já colocaram vários aviões em risco. Se um balão de 150 kg atingir um avião a 450 km/h, o impacto será de aproximadamente 208 toneladas, o correspondente a meio Boeing 747.
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[extraído da Revista da Folha de 03/06/2007, p.3]. אַ
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ENQUETE
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O crente deve soltar balão ou praticar e participar de qualquer atividade que envolva riscos para si e/ou para o próximo, ainda que considerada normal, divertida ou indiferente para a maioria das pessoas?
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Saúde


DENTES BRANCOS
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Desejar um sorriso de estrela de cinema—já que as celebridades estão todas “clareadas”—pode custar caro não mais ao bolso, mas à saúde da boca.
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Muita gente está sorrindo amarelo mesmo com dentes alvos. O aperfeiçoamento e a conseqüente popularização das técnicas de clareamento dental tornaram o procedimento comum nos consultórios. Isso somado a preços mais acessíveis—há 10 anos, o tratamento inicial, com média de três sessões, custava cerca de R$ 2.000; hoje, caiu para R$ 1.200—contribuíram para a coqueluche do branqueamento. E também para os exageros. É que além de tornar os dentes reluzentes (por vezes com aparência artificial), cargas excessivas de substâncias clareadoras podem deixá-los mais sensíveis e predispostos ao acúmulo de placa bacteriana. Seja qual for o método escolhido, caseiro ou a laser, a participação do dentista é fundamental para o processo. Somente ele pode avaliar o grau seguro de clareamento, já que cada pessoa tem um limite. “Não se pode ultrapassar a tolerância biológica de cada um. Forçar a barra pode causar um dano irreversível na estrutura do dente”, diz o dentista Luís Roberto Marcondes Martins, professor de dentística restauradora da Faculdade de Odontologia de Piracicaba-Unicamp. “Mesmo os tratamentos caseiros têm de ser monitorados. A aplicação é feita em casa, mas o paciente tem de freqüentar o consultório”. Trocando em miúdos, não dá para levar uma revista ao dentista e pedir o sorriso igualzinho ao daquela atriz. Se a genética não for a mesma—e o profissional, competente—na melhor das hipóteses pode ficar apenas parecido. Tanto no clareamento caseiro (feito com moldes de silicone e gel de perióxido de carbamida) quanto no aplicado em consultório (com perióxido de hidrogênio ativado pelo laser)—o princípio ativo utilizado é baseado em água oxigenada (H2O2), a mesma utilizada para transformar morenas em loiras platinadas. Isso significa que ocorre uma reação química no dente: liberado, o oxigênio fragmenta e expulsa as moléculas de pigmentação. O efeito, além do clareamento, é uma maior porosidade do dente, tornando-o, portanto, mais sensível. Não respeitar um intervalo entre as sessões de clareamento pode ser agressivo ao esmalte, que precisa de tempo para se recompor. “Depois do processo de branqueamento, demora pelo menos seis meses para que o dente recupere sua composição original”, explica o dentista. A sensibilidade local (tratada com medidas paliativas, como aplicação de flúor), irregularidades na superfície do dente e problemas na gengiva também são decorrentes no exagero de substâncias branqueadoras. Insatisfeita com a cor dos dentes e diante da recusa da dentista em prolongar o tratamento a laser, a arquiteta R. R., 30, comprou as bisnagas de gel clareador e fez ela mesma sessões extras em casa com um molde que já possuía. “Eu era viciada em clarear o dente, nunca parecia branco o suficiente, mesmo meus amigos dizendo que já estava ficando feio”, conta. “Mas comecei a sentir dores horríveis por causa da sensibilidade e parei com isso, pelo menos por um tempo”. De acordo com Martins, a estética é hoje uma vertente muito forte na odontologia, principalmente pela valorização social da beleza. “Estamos em uma fase de culto ao belo e o sorriso está dentro desse conceito”, diz o dentista. “O clareamento de dentes é um tratamento interessante, seguro e válido, mas exageros trazem prejuízos”.
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PASTA CLAREIA?
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Pastas de dente com função clareadora são levemente abrasivas e, portanto, indicadas para remover pequenas manchas e amarelamentos. “As pastas de venda livre têm um sistema branqueador suave, mais indicado para disfarçar ou maquiar”, explica o farmacêutico-bioquímico Jadir Nunes, especialista em cosmetologia na área de higiene oral e presidente da Associação Brasileira de Cosmetologia. “Não tem o mesmo resultado do clareamento feito no consultório, mas podem ser usadas para manutenção, para evitar que o dente volte a manchar”, conclui. אַ
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[extraído da Revista da Folha de 03/06/2007, p.20-21]

Reflexão sobre o tema


BELEZA E APARÊNCIA
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Deve-se buscar beleza e aparência a todo o custo? A busca pela beleza e o culto ao corpo representa de fato ser saudável? E qual o limiar entre saúde, beleza, vaidade, sensualidade e doença? Ao se cultuar o corpo e buscar a todo custo o ser belo, glorifica-se a Deus? A Bíblia tem muito a dizer tanto sobre beleza interior como sobre beleza exterior. Muitos personagens da Bíblia foram notados por sua beleza, como Sara, Rebeca, Raquel, Bate-Seba, Tamar, Absalão, etc. (Gn 12.11; 24.16; 29.17; 2Sm 11.2; 13.1; 14.25-27; Et 2.7). A rainha Ester fez um tratamento de beleza (Et 2.3, 12); o livro descreve, também, um concurso de beleza (Et 2). Quando o cristão usa a beleza e a aparência como um complemento de seu espírito interior e não permite que sejam um obstáculo para o Reino de Deus em sua vida, então podem ser usadas licitamente como instrumentos para a glória de Deus. Beleza é mais do que um corpo atraente ou andar na última moda. Para o cristão piedoso, boa higiene, pele bem cuidada, trajes apropriados, modos graciosos e gentis devem ser o meio de exibir uma aparência exterior que atraia outras pessoas e lhe proporcione a oportunidade de dar testemunho do Cristo que habita nele (2Co 3.2-3). Não podemos esquecer que o que agrada a Deus não é a aparência exterior, mas o coração (1Sm 16.6). O rosto é o espelho do coração. Quando confiamos no amor de Deus, nossas feições se suavizam e as rugas se atenuam—a paz e a alegria interiores são refletidas em nosso rosto (Pv 15.13). Quando o coração do crente está firmado em paz e em alegria (Gl 5.22-23), sua aparência exterior irradia vitalidade, entusiasmo, simpatia, amor e uma profunda sensação de bem-estar; algo que quilos de maquiagem, cirurgias plásticas estéticas, perfumes e roupas caras, cabeleireiro famoso e muita ginástica na academia não podem proporcionar. O Espírito Santo, que habita em nós, confere-nos uma vitalidade e entusiasmo tal que nos torna um imã que atrai outras pessoas. Mas a ilusão da vaidade, a sede insaciável de ser belo por motivos sensuais, egocêntricos e carnais, torna o coração vazio e corroem a alma, desagradando a Deus e deixando uma realidade que faz “secar os ossos” (Pv 17.22), gerando tristeza, frustrações, sofrimento e doenças (como, por exemplo, complexo de inferioridade, bulimia, anorexia, depressão profunda, compulsões). A verdadeira beleza vem de dentro e é manifestada por motivos puros, generosos, e por um espírito altruísta. Somente uma vida verdadeiramente piedosa e entregue a Jesus pode desfrutar de uma realidade de paz e satisfação com o que se é (Pv 19.23). Somente o coração cheio do Espírito Santo pode entender e desfrutar corretamente do belo.
Tratamentos de beleza, corpo sarado ou roupas caras, nenhum deles (ou todos juntos) conseguem esconder o coração sem beleza, a boca cheia de palavras maldosas, atitudes desagradáveis e fora dos padrões bíblicos, e a feiúra de uma vida sem Deus! אַ

Apologética


CRIACIONISMO X TEORIA DA REVOLUÇÃO
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Mais de 500 cientistas norte-americanos, doutores em diversas áreas científicas (Biologia, Química, Física, Matemática, Medicina, dentre outras), assinaram uma declaração segundo a qual expressam publicamente seu ceticismo acerca da teoria da evolução do naturalista Charles Darwin (1809-1882). “Somos céticos das afirmações defendendo a capacidade da mutação casual e seleção natural para explicar a complexidade da vida. Deve-se incentivar um exame cuidadoso da ‘evidência’ em prol da teoria darwiniana”, diz um trecho da declaração que tem, entre seus signatários, professores e pesquisadores de importantes universidades e instituições de pesquisa, como o Massachussetts Institute of Technology (MIT), a Cambridge University, a Universidade da Califórnia (UCLA) em Los Angeles e em Berkeley e Universidade de Princeton. Os darwinistas continuam a afirmar que nenhum cientista sério duvida da teoria da evolução. Contudo, aqui estão mais de 500 cientistas dispostos a tornar público seu ceticismo acerca dessa teoria, declarou o Dr. John G. West, um dos diretores do Centro de Ciência e Cultura do Instituto Discovery (o Instituto Discovery é responsável pelo programa de informações científicas “Discovery Channel”) e um dos fundadores do movimento, que tem até site na internet: http://www.dissentfromdarwin.org/. Como diz as Escrituras:
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“... a sabedoria deste mundo é loucura diante de DEUS; porquanto está escrito: ELE apanha os sábios na própria astúcia deles. E outra vez: O Senhor conhece os pensamentos dos sábios, que são pensamentos vãos” (1Co 3.19-20). אַ

Ponto de Vista & Opinião

O cantor evangélico Mattos Nascimento, que ficou conhecido pelo bordão “Oh, Glória!”, ao ser indagado se gravaria músicas românticas, deu a seguinte resposta:
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“Não canto músicas românticas. O evangélico deve cantar para Cristo e para salvar almas. Eu canto que Jesus me resgatou e quer resgatar você também. Não concordo com certos tipos de música. Estão distorcendo a Palavra [Bíblia]. Ninguém fala mais de arrebatamento. Ser evangélico é difícil, não é isso que estão fazendo. Não acho que a pessoa precise de tatuagem no braço para pregar aos jovens. Não sou melhor do que ninguém, apenas me sujeito a DEUS. Não concordo que as pessoas deixem de ir à Igreja para ir ao cinema ou a um jogo de futebol. Alguns dizem que sou quadrado, mas sou autêntico”.
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O que você pensa sobre o ponto de vista de nosso irmão Mattos Nascimento? Em sua opinião, há algo de errado em o crente cantar qualquer outro estilo de música que não seja a evangélica (as chamadas músicas do mundo)? Podemos louvar a DEUS com cânticos em ritmo de MPB, rock, funk, samba, hip hop, etc.?
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Doutrina

(ELEIÇÃO E REPROVAÇÃO - Rm. 9-18)
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“Eleger” significa selecionar ou escolher. De acordo com a Bíblia, antes da criação, DEUS selecionou—dentre os da raça humana—aqueles que seriam redimidos, justificados, santificados e glorificados em Jesus Cristo (Rm 8.28-39; Ef 1.3-14; 2Ts 2.13-14; 2Tm 1.9-10). A escolha divina é a expressão da graça livre e soberana de DEUS. Não é merecida por coisa alguma por parte daqueles que são escolhidos. DEUS não deve aos pecadores nenhuma espécie de misericórdia, pois eles só merecem condenação. Por isso é maravilhoso que ELE escolhesse salvar qualquer um entre nós. Como toda a verdade a respeito de DEUS, a doutrina da eleição envolve mistério e, às vezes, levanta controvérsia. Porém, nas Escrituras, é uma doutrina pastoral, que ajuda os cristãos a verem quão grande é a graça que os salva e os move a responder com humildade, confiança e louvor. Não sabemos quais os outros que DEUS escolheu entre os que ainda não são crentes, nem por que ELE nos escolheu especificamente. Sabemos apenas que, se somos crentes agora, é porque fomos escolhidos. Também sabemos que, como crentes, podemos confiar em que DEUS acabará a boa obra que começou (1Co 1.8-9; Fp 1.6; 1Ts 5.23-24; 2Tm 1.2; 4.18). Por essas razões, o conhecimento da eleição é uma fonte de gratidão e confiança. Pedro nos diz que devemos procurar “com diligência... confirmar a (nossa) vocação e eleição” (2Pe 1.10), isto é, devemos torná-la certa para nós [através da santificação e vida verdadeiramente piedosa – Nota do Editor]. A eleição é conhecida por seus frutos. Paulo sabia que os tessalonicenses tinham sido escolhidos porque viu sua fé, sua esperança e seu amor; a transformação da vida deles realizada pelo Evangelho (1Ts 1.3-6).
Reprovação é o nome dado à eterna decisão de DEUS com relação àqueles pecadores que não foram escolhidos para a vida. Não os escolhendo para a vida, DEUS determinou que eles não fossem transformados. Eles continuarão em pecado e, finalmente, serão julgados por aquilo que tiverem feito. Em alguns casos, DEUS pode ir mais longe e remover as influências restritivas que protegem uma pessoa da desobediência extrema. Esse abandono, chamado de “endurecimento”, é, em si mesmo, uma penalidade do pecado (Rm 1.24, 26, 28; 9.18; 11.25; cf. Sl 81.12). A reprovação é ensinada na Bíblia (Rm 9.14-24; 1Pe 2.8), porém, como uma doutrina, seu significado sobre o comportamento cristão é indireto. O decreto de DEUS sobre a eleição é secreto; quais pessoas são eleitas e quais são reprovadas não será revelado antes do Juízo Final. Até aquele tempo, DEUS ordena que o chamado ao arrependimento e à fé sejam pregados a todos. אַ
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[Bíblia Estudo de Genebra, p. 1333; Ed. Cultura Cristã

Campanha


Estamos lançando a campanha “QUEM AMA AO PRÓXIMO DOA SANGUE!” durante o mês de setembro.
No mês de aniversário de São Miguel Paulista, todas as igrejas evangélicas da região doarão sangue. E esta é uma excelente oportunidade de testemunharmos o AMOR DE CRISTO, salvar vidas e exercer na sociedade o AMOR FRATERNAL que o SENHOR nos ordenou, além de, também, podermos pregar o Evangelho e levar conforto e esperança a muitas pessoas que precisam. A doação será feita no posto da Colsan no Hospital Tide Setúbal, a partir das 08h, no 2º andar. Os doadores devem ter idade entre 18 e 60 anos, pesar a partir de 50 kg e não ter tido hepatite, doença de Chagas, etc. Informações detalhas podem ser obtidas no site
http://www.colsan.org.br/ e/ou através de boletos explicativos da própria instituição a ser distribuído na Igreja. O doador receberá uma carteirinha da Entidade contendo tipo sangüíneo e o resultado de inúmeros exames feitos com o sangue coletado, tudo gratuitamente. A campanha é extensiva a toda a Igreja. Participe! Informações: Leslie, Vladimir ou Rev. César. אַ